REVISITANDO CONTROLES INTERNOS: DA RESOLUÇÃO 2554 ÀS EXIGÊNCIAS DE BASILÉIA II
Seminário “In Company”
16 horas
Dois dias de Exposição, Exercícios
e Trabalho em Grupos.
Objetivo: Apresentar modelos práticos para aperfeiçoar controles em bancos e os conceitos básicos de Controle, Compliance, Governança, Processos e Riscos. O Workshop tomará como base o exitoso Seminário de Controles Internos & Compliance nas Instituições Financeiras, com foco
em Processos e Riscos e o Manual de Implantação de Controles Internos em Instituições Financeiras com vistas à Resolução 2554. Subsidiar as instituições financeiras na revisão de processos de controles internos, atualizando suas metodologias e tornando suas instituições mais seguras e rentáveis: Bancos múltiplos, bancos de investimentos, bancos cooperativos, corretoras de valores, distribuidoras de valores, consórcios, fundos financeiros.
Programa:
Programa: DIA 1/2
Módulo 1: Aspectos introdutórios
Conceito de controles internos; controles em instituições financeiras são fundamentais; exemplos de falhas: Comind, Econômico; Bamerindus; Barings; Santos. Controles ontem e hoje: de Henry Fayol aos desafios de controlar um banco; Seis diferentes metodologias para implantar controles internos; Controlar para atender o BC, para “inglês ver” ou para ganhar mais dinheiro com mais segurança? Diferenças entre Controles Internos, Compliance e Governança corporativa; Basiléia, COSO, SOX, 3380; Origens do COSO na renúncia de Nixon.
Módulo 2: Processo de Estruturação dos Controles Internos e Compliance
Framework do COSO; Argumentos para vender a idéia: 823 instituições financeiras encerradas desde 1946; Fase inicial - criar um Comitê de Controles Internos; Estruturar em função do tamanho e complexidade da instituição.
Modulo 3: Processos de Implantação dos controles Internos e Compliance
Definição de necessidades e objetivos; Cinco princípios: cultura de controle; riscos; segregação de deveres; sistemas de informação e controle; processos de comunicação; monitoramento; ordens, informações e comunicação; aplicação do COSO; Ética em instituições financeiras; Como montar um manual de controles internos.
Módulo 4: ERM (“Enterprise Risk Management” ou Gerenciamento do Risco Empresarial)
Impacto versus probabilidade; como gerar um ambiente de controle; como avaliar riscos; Riscos de mercado; riscos de taxas; riscos de crédito; riscos de imagem; riscos jurídicos; regras de um bom sistema de informações e comunicações; como monitorar uma instituição financeira usando parâmetros de desempenho; o conceito de controle on line, em tempo real; a sala de gerenciamento global.
Módulo 5: Processos e conformidade
Como escolher o processo mais adequado de controle em função do tamanho e Complexidade das instituições financeira; Controles custam dinheiro e não geram faturamento, a escolha precisa levar isso em conta; Controles por processos ou fluxos; papel da alta direção; Comitê de auditoria; sistematização do comitê. O princípio de Pareto; as incertezas impactando os modelos; o que não sabemos que não sabemos (“Unk – Unks”.Componentes da Gestão de Riscos Operacionais).
Programa: DIA 2/2
1. Apresentação do Programa do dia 2: sua razão de ser; o papel da ABBC na Resolução 2554 quando de sua edição em 1998.
2. Elementos da Resolução 2554; a sua “inspiração” no documento do BIS “A Framework for Internal Control Systems in Banking Organizations”.
3. Como montar Controles Internos por Produtos bancários ou por Fluxos; Produtos Ativos: Títulos e Valores Mobiliários; Cambio; Crédito; Produtos Passivos: Depósitos Interfinanceiros; depósitos a vista, a prazo, poupança; repasses; captações no exterior; seguros e previdência; produtos de prestação de serviços. Folhas de ações e Controles básicos. Informatizar versus criar manual.
4. Como estruturar controles internos por parâmetros de eficiência; adequação do capital segundo regras de Basiléia; qualidade dos ativos; Rentabilidade dos ativos; parâmetros de comparação internacionais e brasileiros; custo operacional por unidade de ativo; critérios de liquidez; passos de montagem; manualização; automação de um sistema paramétrico. Controles da estrutura do capital; da liquidez; da qualidade dos ativos; da rentabilidade; do gerenciamento.
5. Como estruturar controles internos através de relatórios gerenciais; relatórios mercadológicos; de resultado; financeiros e de caixa; de riscos de crédito; de riscos de mercado; de riscos operacionais; da tesouraria; de recursos humanos.
6. Procedimentos de implantação e de revisão de um sistema de controles internos
7. Criação de um manual de controles internos usando-se Departamentalização (COSO). Passos de montagem; manuais escritos versus eletrônicos; a questão da atualização; a questão do sistema de aferição da conformidade com o manual; deveres da alta administração com o sistema de controles; acompanhamento de casos, produtos e processos chave em uma instituição financeira; eleição de prioridades de controle para os diferentes níveis hierárquicos; Controles por funções chave: finanças, operações, Back Office, comercial. Informatizar versus criar manual.
8. Controles por exceção: exemplo de infringência de operações ativas; caso de operações de crédito.
9. Conceitos e recomendações; fatores que podem afetar o desempenho da instituição.
10. Porque as instituições financeiras falham? Quarenta casos reais de falhas em bancos e lições que se pode tirar (nomes foram omitidos).
11. Gerenciamento de uma instituição financeira e de riscos – pontos de destaque; a economia global; controles de riscos; riscos de mercado; mecanismos de hedge; a importância do monitoramento dos riscos na tesouraria; o uso de derivativos; definição do VAR; simulações de catástrofes; controles de riscos de crédito; O que um bom sistema de gerenciamento de riscos deve examinar; a custódia; preços de mercado; títulos públicos; títulos privados; operações em bolsa; riscos de flutuação das condições de mercado.
12. Sistemas de Informática: impacto da res. 2554 sobre sistemas e tecnologia; sistemas internos de work flow; sistemas internos de compliance; sistemas terceirizados; o controle da microinformática; auditoria de sistemas; segurança do acesso; invasores eletrônicos; integração de sistemas; documentação; regras de negócios; controle de processos; planos de contingência.
13. Recursos humanos: Seleção; Perfil adequado para cada função; Uso de testes de personalidade; Uso de testes de caráter; Treinamento; Plano de carreira; Cultura da organização; Ética; Acompanhamento do desempenho; Coordenação e Gerenciamento.
14. Apêndice: As Exigências do BCB em 2008