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Editoriais 30/10/2009

 

EFC - Especialistas profissionais em Planejamento Estratégico, Reengenharia, Reestruturação Empresarial e
Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.
Semana Finda em 30/outubro/2009     EDOUT302009.DOC Abrir/Imprimir em Word
 
Editorial:  Rendimentos Financeiros em Outubro

Como faz todos os meses, este “Opinião” analisa os rendimentos financeiros do mês de outubro de 2009 e dos dez primeiros meses do ano. O quadro abaixo apresenta os rendimentos nominais e reais, em moeda corrente, sem as taxas de administração e antes do imposto de renda na fonte.

1)      Os melhores rendimentos nominais no mês de Outubro foram obtidos pelas aplicações em ouro, com um ganho nominal de 2,70% mas perdas nominais no ano de -7,74%.

2)      Os fundos de renda fixa e os referenciados DI tiveram rentabilidade por volta de 0,7%. Já a rentabilidade média do Certificado de Depósito Bancário (CDB) prefixado, com vencimento em 30 dias, ficou em 0,56%; com a inflação muito baixa, os rendimentos de aplicações na renda fixa têm diminuído. Nos valores nominais acumulados para dez meses, qualquer aplicação em renda fixa fica na faixa de 7 a 8% no período, projetando para o ano algo como 8,5% em 12 meses, antes das taxas de administração e dos impostos. Com uma taxa de administração de 1,5% sobre o capital inicial e com IR de 20% essa projeção anual cai para 5,6% ou 0,455% ao mês líquidos. Não estamos levando em conta a inflação porque no período ela foi negativa.

3)      Com a inflação em baixa, as aplicações em cadernetas de poupança passam a ter rendimentos reais positivos, isto é, passam a ganhar da inflação. Renderam em termos nominais 0,50% no mês de julho e 5,75% nos dez meses do ano; nossa projeção para 12 meses é de 6,9%, líquidos de impostos e de taxas de administração. A conclusão é de que a poupança bate a renda fixa por algo entre 10 e 20%!

4)      A Inflação de outubro foi próxima de zero, 0,05%, o que significa que, segundo o IGP - M, os preços de outubro ficaram praticamente estáveis; a inflação acumulada para os dez primeiros meses de 2009 apresenta uma deflação de -1,57%.

5)      O desempenho do dólar continua em queda e na cotação oficial do Banco Central, a perda foi de -1,92% no mês e -25,37% no ano, o dólar paralelo com uma queda de -3,17% em outubro; com isso os fundos cambiais tiveram um prejuízo de -0,98% no mês de outubro e -21,56% acumulado no ano;

6)      O Índice Bovespa, que mede a evolução dos preços das ações, subiu apenas 0,5% no mês mas nos dez meses do ano subiu 63,90%, preconizando o melhor rendimento de 2009. Até onde vai? O espaço para subida das ações está se estreitando muito, em nossa opinião.

 

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O BNDES TEM MUITAS MODALIDADES PARA ATENDER SUA EMPRESA, POR EXEMPLO:

 ·        FINANCIAMENTO DE EXPANSÃO INDUSTRIAL  E COMERCIAL, ATRAVÉS DO PROGRAMA “FINEM”

 ·        FINANCIAMENTO DE NOVOS PROJETOS DE TECNOLOGIA VIA PROGRAMA DE “INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS”

 ·        NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO ATRAVÉS DO PROGRAMA “PEC”

O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!

NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES  MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009

O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros. 

Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização. 

A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico. 

O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.

 ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!

VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf

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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.

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