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Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.
Editorial: Rendimentos financeiros em Setembro 2009
Como fazemos todos os meses, estamos hoje publicando no “Opinião” nossa análise dos rendimentos financeiros no mês de setembro de 2009 e acumulados no ano até 30/09/2009. O quadro abaixo apresenta do lado direito os rendimentos nominais, isto é, sem desconto da inflação; do lado direito, descontamos a inflação. Em ambos lados, não levamos em conta taxas de administração ou imposto de renda, quando incidentes. Abaixo apresentamos nossas opiniões.

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As aplicações em bolsa de valores no Brasil continuam as melhores em 2009, apesar da enorme queda de 2008; contudo, o índice Bovespa, o principal indicador desse mercado, não conseguiu chegar ainda no pico passado, que foi da ordem de 73 mil pontos. E não cremos que esse número seja facilmente atingido esse ano.
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Os fundos de investimentos em ações são os segundos em rentabilidade, mas com valores muito menores do que a variação do Índice Bovespa no ano: 63,83% contra 15,11% em valores nominais; porque os fundos de ações são sempre mais conservadores, sobem menos mas em contrapartida caem menos também. Ou seja, são mais estáveis, menos voláteis.
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Os fundos de renda fixa continuam na faixa esperada, com os CDB’s caminhando próximos: de 0,59% a 0,72% ao mês ou 6,25% a 7,93% acumulados em nove meses, com os dados nominais. Curiosamente, os dados reais são maiores, pelo fato de que a inflação acumulada nos nove meses é negativa, -1,61%.
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Os rendimentos da poupança não conseguiram em valores nominais passar os dos fundos de renda fixa, ficando com 0,48% no mês de setembro e 5,25% acumulados até setembro. Esse valor é maior do que o de um fundo FIF que pagasse 1,5% de taxa da administração sobre o montante aplicado e também pagasse IR sobre o ganho de 20%, resultando em 5,09% líquidos até setembro.
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Os rendimentos ligados ao dólar continuam dando valores negativos, por conta da valorização do real face à moeda americana. O câmbio flutuante tem esse efeito prejudicial com relação às nossas exportações, afetando especialmente os produtos manufaturados.
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O BNDES TEM MUITAS MODALIDADES PARA ATENDER SUA EMPRESA, POR EXEMPLO:
· FINANCIAMENTO DE EXPANSÃO INDUSTRIAL E COMERCIAL, ATRAVÉS DO PROGRAMA “FINEM”
· FINANCIAMENTO DE NOVOS PROJETOS DE TECNOLOGIA VIA PROGRAMA DE “INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS”
· NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO ATRAVÉS DO PROGRAMA “PEC”
O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!
NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009
O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros.
Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização.
A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico.
O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.
ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!
VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf
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TEL. (11) 3266-2841
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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.
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