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Editoriais 03/07/2009

 

EFC - Especialistas profissionais em Planejamento Estratégico, Reengenharia, Reestruturação Empresarial e Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.

Semana Finda em 03/julho/2009     EDJUL032009.DOC Abrir/Imprimir em Word

Editorial:   Rendimentos Financeiros no primeiro semestre de 2009

O quadro abaixo sumariza nosso estudo sobre rendimentos financeiros, o qual a EFC produz todos os meses e o envia para a imprensa e para seus clientes. Ele tem duas colunas básicas: a da esquerda fornece os rendimentos nominais brutos, isto é, como são medidos e publicados pelas instituições financeiras; o da direita apresenta os rendimentos reais, líquidos de inflação. Ambas as colunas mostram dados do mês de Junho e dados acumulados nos seis primeiros meses do ano, isto é, de Janeiro até Junho, inclusive. Abaixo, as principais conclusões:

1) Em Junho, o campeão de rentabilidade foi o Fundo de Investimento em Ações, com 10,29% no mês, valor nominal, apesar do desempenho negativo do Índice Bovespa no período com uma perda de 3,26% no mês. Já no acumulado do semestre lideram o ranking as aplicações com ações, com rendimentos superiores a 37%.

2) Na sequência do ranking semestral seguem os Fundos Referenciados DI juntamente com os de Renda fixa, seguidos pelas aplicações em CDB, com rendimento entre 5,24% e 4,35% no primeiro semestre de 2009.

3) A caderneta de poupança terminou junho com rendimento bem próximo aos fundos de renda fixa e dos CDBs; no entanto fechou o semestre com um rendimento de 3,58%, bem inferior a estas mesmas aplicações. Ou seja, o receio do Governo não se materializou.

4) Os ativos dolarizados (dólar comercial, dólar paralelo, FIF referenciado em dólar, ouro inclusive) caíram em Junho, devido ao recuo nas cotações da moeda americana. Os ativos em dólar perdem no semestre: a cotação do dólar comercial recuou 16,49% em valores nominais, o paralelo recuou 16,40%, enquanto os fundos referenciados em dólar tiveram uma perda de 16,46% no semestre. O ouro teve uma desvalorização nominal no primeiro semestre de 6,18% seguindo a desvalorização do ouro no exterior.

5) Com a redução da taxa Selic para 9,25% ao ano, as altas taxas de administração cobradas pelos fundos e a incidência de Imposto de Renda sobre os ganhos tendem a reduzir uma parte cada vez maior dos rendimentos dos fundos de renda fixa, curto prazo e referenciados DI.




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 ·        NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO ATRAVÉS DO PROGRAMA “PEC”

O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!

NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES  MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009

O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros. 

Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização. 

A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico. 

O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.

 ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!

VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf

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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.

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