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Editoriais 06/02/2009

 
EFC - Especialistas profissionais em Planejamento Estratégico, Reengenharia, Reestruturação Empresarial e Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.

Semana Finda em 06/fevereiro/2009     EDFEV062009.DOC Abrir/Imprimir em Word

Editorial:  Rendimentos Financeiros em Janeiro de 2009

Abaixo apresentamos nosso tradicional quadro sobre os rendimentos financeiros durante o mês de Janeiro de 2009, como fazemos há anos. Do lado esquerdo apresentamos os números nominais e do direito os números desinflacionados pelo índice de preços da Fundação Getúlio Vargas, o IGP - M. Abaixo faremos a análise desses números.

Em primeiro lugar, ficou o Fundo de Investimentos em ações, com 7,49% nominais e 7,96% reais no mês; como se vê, os rendimentos reais resultaram maiores do que os nominais, visto que em janeiro, o IGP-M acusou deflação, ou seja, inflação negativa. Na subida da bolsa, os fundos de ações “alavancaram” mais que o Índice Bovespa, que subiu 4,66% nominais e 5,12% reais.

A bolsa de ações de São Paulo, a Bovespa, cujo desempenho dos preços de suas ações é medido pelo Índice Bovespa, terminou o mês com o índice em 39.300 pontos. Em relação ao ponto mais baixo da fase crítica do final de 2008, o índice já acumula uma alta de dez mil pontos, ou cerca de 33%. Uma boa recuperação, indicando que muito provavelmente não voltará para aquele nível super baixo.

O ouro teve também um ótimo desempenho, com 5,55% e 6,02% respectivamente. O preço do ouro no Brasil depende muito do preço internacional e sempre sobe quando os conflitos internacionais se agravam, como foi o caso da faixa de Gaza.

Os investimentos na moeda americana recuaram em janeiro entre -0,89% no câmbio comercial, -2,00% no paralelo e -2,2% nos fundos cambiais, que são referenciados em dólar.

Por último nesta análise, os rendimentos da renda fixa, ai incluídos os fundos de investimentos, referenciados ou não e os CDBs, ficaram como sempre na faixa de 0,82% a 1,04% em janeiro, para valores nominais. Esses números são brutos, isto é não levam em conta taxas de administração e impostos.

A caderneta de poupança, embora seja também uma aplicação de renda fixa, merece tratamento separado, porque é outra categoria, não paga imposto de renda para pessoas físicas. Rendeu em janeiro 0,68%, rendimento que, se somarmos o IR, fica próximo do rendimento dos certificados de depósito bancário. É uma aplicação simples e se a inflação ficar baixa terá rendimento real positivo em 2009. Feliz ano novo para os leitores do “Opinião”, que já tem 15 anos de vida.

PRECISANDO DE CAPITAL DE GIRO?

O BNDES ACABA DE LANÇAR

UM PROGRAMA PARA ATENDER

AS SUAS NECESSIDADES DO GIRO!

BNDESMELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – JAN/2009

O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros.

 

Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 13 para 24 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 12 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização.

 

A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico.

 

O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado. As operações têm taxa fixa de até 20,05% ao ano, incluído o spread do agente financeiro de até 4% ao ano. No caso de operações com micro, pequenas e médias empresas, as condições são mais favoráveis, com juros de 19,15% ao ano.

 

As cooperativas agropecuárias também passam a contar com um reforço para capital de giro. As cooperativas podem, por meio do Prodecoop Agropecuário, obter até R$ 10 milhões de reais para giro, com taxa de juro de 6,75% ao ano, e o limite de crédito por cooperativa, incluindo recursos para investimento e capital de giro, foi ampliado de R$ 35 milhões para R$ 50 milhões. O programa agrícola do Governo Federal é gerido pelo BNDES.

 

BNDES cria nova linha de R$ 6 bi para capital de giro - (notícia do Jornal Valor 1/12/08)

Limite é de até R$ 50 milhões por empresa, com prazo de amortização máximo de 13 meses.O BNDES aprovou a criação de nova linha de crédito destinada ao financiamento de capital de giro de empresas brasileiras. Trata-se do Programa Especial de Crédito (PEC), com dotação orçamentária de R$ 6 bilhões e prazo de vigência até 30 de junho de 2009. A nova linha tem por objetivo promover a competitividade das empresas dos setores de indústria, comércio e serviços, exceto construção civil. Com essa medida, o BNDES visa suprir a escassez de crédito no mercado, contribuindo, assim, para o desenvolvimento e fortalecimento da atividade produtiva do país. Os financiamentos serão concedidos pelo BNDES de forma indireta, por meio da rede de agentes financeiros credenciados pelo Banco. Também serão possíveis operações diretas com fiança bancária. A linha de crédito terá valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% será considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico. As operações terão taxa fixa de juro de até 20,05% ao ano, incluído o spread do agente financeiro de até 4% ao ano. No caso de operações com micro, pequenas e médias empresas, as taxas de juro serão de 19,15% ao ano. O prazo total de amortização dos financiamentos concedidos no âmbito do PEC será de até 13 meses, com até 5 meses de carência.

ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 24 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!

VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/noticias/2009/not016_09.asp

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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.

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