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Editoriais 31/07/2009

 

EFC - Especialistas profissionais em Planejamento Estratégico, Reengenharia, Reestruturação Empresarial e
Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.

Semana Finda em 31/julho/2009     EDJUL312009.DOC Abrir/Imprimir em Word

Editorial:  Rendimentos Financeiros em julho

Como faz todos os meses, este “Opinião” analisa os rendimentos financeiros do mês de julho de 2009 e dos sete primeiros meses do ano. O quadro abaixo apresenta os rendimentos nominais e reais, em moeda corrente, sem as taxas de administração e antes do imposto de renda na fonte.

1)      Os melhores rendimentos nominais no mês de Julho foram obtidos pelo Ibovespa e pelos fundos referenciados em ações, com um ganho de 6,41% e 2,59% respectivamente; mantendo-se também durante os sete primeiros meses como as melhores aplicações do ano;

2)      Os fundos de renda fixa e os referenciados DI tiveram rentabilidade por volta de 0,8%. Já a rentabilidade média do Certificado de Depósito Bancário (CDB) prefixado, com vencimento em 30 dias, ficou em 0,63%;

3)      Com a inflação em baixa, as aplicações em cadernetas de poupança passam a ter rendimentos reais positivos, isto é, passam a ganhar da inflação. Renderam em termos reais 1,04% no mês de julho e 5,97% nos sete meses do ano; em julho a caderneta de poupança teve a maior captação líquida de recursos (diferença entre depósitos e retiradas) de R$ 6,67 bilhões, o maior desde dezembro de 2007;

4)      A Inflação de Julho foi negativa, - 0,43%, o que significa que, segundo o IGP - M, os preços de julho regrediram em relação à junho, ou seja, houve deflação por esse medidor; a inflação acumulada para os sete primeiros meses de 2009 apresenta uma deflação de 1,66%;

5)      O desempenho do dólar continua em queda, na cotação oficial do Banco Central, a perda foi de 4,05% no mês e 19,87% no ano, o dólar paralelo uma queda de 4,31% em julho, com isso os fundos cambiais tiveram um prejuízo de 2,88% no mês de julho e 15,24% acumulado no ano;

6)      O ouro também teve queda neste mês, o metal negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) fechou cotado a R$ 57,10 o grama recuando 4,83% no mês e uma perda acumulada no ano de 10,71%.

Conclusão: no ano investimentos em ações foram os melhores.

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O BNDES TEM MUITAS MODALIDADES PARA ATENDER SUA EMPRESA, POR EXEMPLO:

 ·        FINANCIAMENTO DE EXPANSÃO INDUSTRIAL  E COMERCIAL, ATRAVÉS DO PROGRAMA “FINEM”

 ·        FINANCIAMENTO DE NOVOS PROJETOS DE TECNOLOGIA VIA PROGRAMA DE “INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS”

 ·        NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO ATRAVÉS DO PROGRAMA “PEC”

O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!

NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES  MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009

O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros. 

Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização. 

A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico. 

O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.

 ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!

VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf

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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.

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