|
EFC - Especialistas profissionais em Planejamento Estratégico, Reengenharia, Reestruturação Empresarial e Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.
Editorial: Rendimentos Financeiros até Novembro de 2008
O quadro abaixo é produzido pela EFC todo o final de mês, trazendo os rendimentos financeiros do mês e dos meses decorridos, quer em termos nominais, quer em termos reais, isto é, descontando-se a inflação medida pelo IGP - M da FGV. Apresentamos abaixo nossa análise.

1) Em novembro, em termos nominais e reais, apenas o Índice Bovespa apresentou-se negativo, respectivamente -1,77% e -2,15%.
2) Embora o Índice Bovespa tenha sido negativo em novembro, os Fundos de Investimento em Ações deram resultado positivo de 3,70% nominais e 3,30% descontada a inflação.
3) A maior rentabilidade foi a do ouro, que subiu 13,33% em termos nominais e 12,90% em termos reais.
4) A aplicação em dólar, quer no comercial, quer no paralelo, foram também muito rentáveis em novembro, com 10,30% nominais para o comercial e 9,09% para o paralelo.
5) As aplicações em caderneta de poupança superaram a inflação em novembro: 0,66% nominais e 0,28% reais; essa rentabilidade se deveu à baixa inflação medida pelo IGP – M (FGV) que foi de 0,38%.
6) As aplicações de renda fixa clássicas – fundos e CDB’s ficaram em novembro em suas faixas tradicionais, variando nominalmente de 1,06% a 0,79% e em termos reais de 0,67% a 0,41%.
7) Nos onze meses, as diferenças entre os rendimentos nominais e os reais foram bastante expressivas, por conta do índice de inflação acumulado ter atingido 9,95%;
8) Em termos acumulados nos onze meses de 2008, as melhores aplicações ficaram para o dólar, quer no câmbio oficial, quer no paralelo, que renderam em termos reais respectivamente 19,80% e 11,94%%; o paralelo se valorizou menos em virtude de que, quando a cotação do oficial era muito baixa, o paralelo já acusava essa baixa e, portanto estava mais alto.
9) As aplicações em Ouro, que acompanham o dólar, valorizaram nos onze meses 8,62% reais, refletindo a valorização do exterior também. Em épocas de crise, o ouro sempre se valoriza.
Nos primeiros onze meses, as piores aplicações ficaram para as ações e seus fundos: o Índice Bovespa em termos reais recuou 47,90% em relação ao fechamento de 2007; e os fundos de ações perderam 40,82%
em termos reais. Foi um dos piores anos para as aplicações em ações. Notar que os fundos de ações tiveram perdas menores; conforme já explicamos em números anteriores, na subida da bolsa os fundos rendem menos e na descida melhoram seu desempenho por serem menos voláteis. Ademais, nossos números dos fundos refletem a média ponderada dos dez maiores por patrimônio líquido, o que torna tal média menos volátil. Em próximos números estaremos dando os prognósticos para 2009. Disponibilizamos tais prognósticos em seminários “in company”: vejam detalhes em http://www.efc.com.br/servicos/SEMINARIOS/economia.htm.
|
"Análise do Desempenho de Bancos no Brasil”, estudo publicado anualmente com cerca de 130 bancos, praticamente todo o sistema bancário brasileiro, são analisados de acordo com seus balanços publicados. Disponibiliza uma base de dados padronizada das contas dos balanços, segundo as normas do Banco Central, e uma série de indicadores de desempenho que são apresentados em tabelas e gráficos classificando os bancos conforme cada indicador, em duas versões: impresso e em CD-ROM. É apresentado em Português e Inglês em dois volumes: um com a base de dados com padronização do COSIF outro com a análise e um texto sobre a evolução do Sistema Bancário Brasileiro. Saiba mais...
|
|
Estudo completo sobre corretoras disponível, incluindo balanços publicados devidamente encadernados. Na aquisição do estudo tenha acesso aos estudos de
1997 a 2007.
Adquira já...
|
|
Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
Tel.: (11) 3266.2841; Fax: (11) 3266.2839; efc@efc.com.br; Skype: efc-consultores. Sugestões são bem vindas.
A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.
|
|
|