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Editorial: Petróleo em águas profundas
A exploração de petróleo no Brasil data de 1938, quando o primeiro poço foi furado na Bahia, na cidade de Lobato, próxima a Salvador. Os poços em terra proliferaram na região nos anos seguintes, fazendo com que o interesse do Governo levasse à criação do monopólio da Petrobrás em 1953.
Em 1968 a Petrobrás perfura o primeiro poço no mar, em Sergipe, a partir de uma pequena plataforma fixa, isto é, montada no próprio local e denominada P1. A profundidade no local não ultrapassava 30 metros, ou cerca de 100 pés. A exploração no mar se estende, com lâminas d’água cada vez maiores. A produção brasileira não passava de 100 mil barris diários.
O crescimento da demanda por derivados de petróleo nos anos setenta e os dois choques dos preços fazem o presidente Geisel abrir o espaço para a iniciativa privada, com os contratos de risco, inaugurados em 1976 e terminados em 1984. Ao mesmo tempo, a Petrobrás começa a pesquisar em águas da plataforma continental, descobrindo o campo de Garoupa na bacia de Campos, em 1974. Nesse ano, as reservas atingiram 1,5 bilhões de barris e a produção estava em cerca de 200 mil barris por dia. Mais tarde, a descoberta de reservas gigantescas em grandes profundidades do mar territorial brasileiro traz novas perspectivas, que, contudo, precisam ainda de confirmações. A estatística universal de reservas de petróleo é rigorosa em sua metodologia. Os dados da Central Intelligence Agency, a CIA dos Estados Unidos, compilados para janeiro de 2009, mostram o Brasil com reservas provadas de 12,62 bilhões de barris ou 0,94% das reservas mundiais, conforme o quadro anexo:

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Os dados do quadro representam o estoque de reservas provadas de petróleo em barris. Reservas provadas são aquelas quantidades de petróleo que, por meio de análise de dados geológicos e de engenharia, podem ser estimados com um elevado grau de confiança para serem comercialmente recuperáveis a partir de uma data determinada à frente, a partir de reservatórios conhecidos e sob as atuais condições econômicas; As estimativas são de janeiro de 2009 e incluem apenas as reservas brasileiras provadas. A questão básica é “qual a probabilidade do pré-sal dobrar ou triplicar os números do Brasil, que segundo a tabela da CIA, nos coloca em décimo quinto lugar, com apenas 0,94% das reservas mundiais provadas?”
Segundo a agência Dow Jones[1], Haroldo Lima, Presidente da ANP, declarou (em novembro de 2008) que o Brasil precisará de US$ 400 bilhões para desenvolver as reservas do pré-sal em dez anos, e que essas reservas devem ficar entre 50 e 70 bilhões de barris, o que elevaria o número brasileiro de 12,62 bb para algo entre 62 e 72 bb. E então, quando e se provadas, estaria o Brasil em oitavo lugar ou com cerca de 5% das reservas mundiais. Como leitor percebe, teremos muito chão pela frente até lá.
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O BNDES TEM MUITAS MODALIDADES PARA ATENDER SUA EMPRESA, POR EXEMPLO:
· FINANCIAMENTO DE EXPANSÃO INDUSTRIAL E COMERCIAL, ATRAVÉS DO PROGRAMA “FINEM”
· FINANCIAMENTO DE NOVOS PROJETOS DE TECNOLOGIA VIA PROGRAMA DE “INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS”
· NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO ATRAVÉS DO PROGRAMA “PEC”
O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!
NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009
O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros.
Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização.
A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico.
O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.
ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!
VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf
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"Análise do Desempenho de Bancos no Brasil”, estudo publicado anualmente com cerca de 130 bancos, praticamente todo o sistema bancário brasileiro, são analisados de acordo com seus balanços publicados. Disponibiliza uma base de dados padronizada das contas dos balanços, segundo as normas do Banco Central, e uma série de indicadores de desempenho que são apresentados em tabelas e gráficos classificando os bancos conforme cada indicador, em duas versões: impresso e em CD-ROM. É apresentado em Português e Inglês em dois volumes: um com a base de dados com padronização do COSIF outro com a análise e um texto sobre a evolução do Sistema Bancário Brasileiro. Saiba mais...
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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.
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