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Editoriais 23/10/2009

 

EFC - Especialistas profissionais em Planejamento Estratégico, Reengenharia, Reestruturação Empresarial e
Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.
Semana Finda em 23/outubro/2009     EDOUT232009.DOC Abrir/Imprimir em Word
Editorial:  Petróleo em águas profundas

A exploração de petróleo no Brasil data de 1938, quando o primeiro poço foi furado na Bahia, na cidade de Lobato, próxima a Salvador. Os poços em terra proliferaram na região nos anos seguintes, fazendo com que o interesse do Governo levasse à criação do monopólio da Petrobrás em 1953.

Em 1968 a Petrobrás perfura o primeiro poço no mar, em Sergipe, a partir de uma pequena plataforma fixa, isto é, montada no próprio local e denominada P1. A profundidade no local não ultrapassava 30 metros, ou cerca de 100 pés. A exploração no mar se estende, com lâminas d’água cada vez maiores. A produção brasileira não passava de 100 mil barris diários. 

O crescimento da demanda por derivados de petróleo nos anos setenta e os dois choques dos preços fazem o presidente Geisel abrir o espaço para a iniciativa privada, com os contratos de risco, inaugurados em 1976 e terminados em 1984. Ao mesmo tempo, a Petrobrás começa a pesquisar em águas da plataforma continental, descobrindo o campo de Garoupa na bacia de Campos, em 1974. Nesse ano, as reservas atingiram 1,5 bilhões de barris e a produção estava em cerca de 200 mil barris por dia. Mais tarde, a descoberta de reservas gigantescas em grandes profundidades do mar territorial brasileiro traz novas perspectivas, que, contudo, precisam ainda de confirmações. A estatística universal de reservas de petróleo é rigorosa em sua metodologia. Os dados da Central Intelligence Agency, a CIA dos Estados Unidos, compilados para janeiro de 2009, mostram o Brasil com reservas provadas de 12,62 bilhões de barris ou 0,94% das reservas mundiais, conforme o quadro anexo:

Os dados do quadro representam o estoque de reservas provadas de petróleo em barris. Reservas provadas são aquelas quantidades de petróleo que, por meio de análise de dados geológicos e de engenharia, podem ser estimados com um elevado grau de confiança para serem comercialmente recuperáveis a partir de uma data determinada à frente, a partir de reservatórios conhecidos e sob as atuais condições econômicas; As estimativas são de janeiro de 2009 e incluem apenas as reservas brasileiras provadas. A questão básica é “qual a probabilidade do pré-sal dobrar ou triplicar os números do Brasil, que segundo a tabela da CIA, nos coloca em décimo quinto lugar, com apenas 0,94% das reservas mundiais provadas?”

 

Segundo a agência Dow Jones[1], Haroldo Lima, Presidente da ANP, declarou (em novembro de 2008) que o Brasil precisará de US$ 400 bilhões para desenvolver as reservas do pré-sal em dez anos, e que essas reservas devem ficar entre 50 e 70 bilhões de barris, o que elevaria o número brasileiro de 12,62 bb para algo entre 62 e 72 bb. E então, quando e se provadas, estaria o Brasil em oitavo lugar ou com cerca de 5% das reservas mundiais. Como leitor percebe, teremos muito chão pela frente até lá.

 

 



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O BNDES TEM MUITAS MODALIDADES PARA ATENDER SUA EMPRESA, POR EXEMPLO:

 ·        FINANCIAMENTO DE EXPANSÃO INDUSTRIAL  E COMERCIAL, ATRAVÉS DO PROGRAMA “FINEM”

 ·        FINANCIAMENTO DE NOVOS PROJETOS DE TECNOLOGIA VIA PROGRAMA DE “INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS”

 ·        NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO ATRAVÉS DO PROGRAMA “PEC”

O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!

NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES  MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009

O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros. 

Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização. 

A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico. 

O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.

 ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!

VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf

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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.

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