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Editoriais 16/10/2009

 

EFC - Especialistas profissionais em Planejamento Estratégico, Reengenharia, Reestruturação Empresarial e
Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.
Semana Finda em 16/outubro/2009     EDOUT162009.DOC Abrir/Imprimir em Word
Editorial:  A dança das moedas

O quadro abaixo mostra a evolução relativa das moedas desde 2001 até outubro de 2009: Dólar contra EuroEuro[1] , desvalorização de 66%; Dólar contra o Iene, valorização de 32%, Dólar contra a Libra, desvalorização de 9%; Real contra o Dólar, valorização de 31%%; Real contra o Euro, desvalorização de 24%. O ponto de partida influencia os resultados. Adotamos 2001 porque foi o segundo ano da introdução dessa moeda na Europa.

Conclusão: entre 2001 e 2009 o Real se valorizou 31% contra o Dólar mas se desvalorizou 24% contra o Euro. Se considerarmos os últimos três anos do Governo Lula, o Real se valorizou de 2% contra o dólar e também 2% contra o Euro. Por sua vez, o Dólar desvalorizou 2% contra o Euro, 6% contra a Libra mas se valorizou 21% contra o Ien.

Os exportadores e importadores brasileiros ficam confusos com essas flutuações e vêem o Governo impassível com elas. Mas o Governo acabou de instituir um imposto de 2% sobre as entradas de recursos, mas passados alguns dias, parece que o efeito foi inócuo, pois a bolsa voltou a subir e o dólar a cair. Em engenharia mecânica se costuma adotar um “volante” para regularizar os ciclos; em engenharia hidráulica, um “piscinão” para regularizar as vazões da chuva. E no câmbio?



[1] A introdução do euro ocorreu a partir de 1 de Janeiro de 1999 nas operações realizadas nos mercados monetários, cambiais e financeiros; para a grande maioria das operações de retalho, no entanto, a transição para o euro efetuou apenas a partir do momento da introdução física de moedas e notas em euro em 1 de Janeiro de 2002. Fonte, http://www.bportugal.pt/root/euro/euro_p.htm

 

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O BNDES TEM MUITAS MODALIDADES PARA ATENDER SUA EMPRESA, POR EXEMPLO:

 ·        FINANCIAMENTO DE EXPANSÃO INDUSTRIAL  E COMERCIAL, ATRAVÉS DO PROGRAMA “FINEM”

 ·        FINANCIAMENTO DE NOVOS PROJETOS DE TECNOLOGIA VIA PROGRAMA DE “INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS”

 ·        NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO ATRAVÉS DO PROGRAMA “PEC”

O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!

NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES  MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009

O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros. 

Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização. 

A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico. 

O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.

 ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!

VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf

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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.

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