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Editoriais 14/09/2007

EFC - Especialistas profissionais em Planejamento Estratégico, Reengenharia, Reestruturação Empresarial e Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.

 

Semana Finda em 14/setembro/2007

 

Editorial: Crédito consignado   EDSET1472007.DOC Abrir/Imprimir em Word

Crédito consignado ou em consignação, o que é isso? Do Aurélio, “consignar é... determinar renda ou quantia para pagamento de dívida”. Essa modalidade de empréstimo surgiu por volta de 1999, quando um banco[1] criou empréstimos para funcionários públicos com o desconto automático das prestações a pagar na folha de pagamentos dos empregados.

Não existem estatísticas do Banco Central ou da Febraban que remontem aquela data; os primeiros dados sobre os volumes de empréstimos em consignação aparecem em 2004; o gráfico abaixo, criado a partir de dados da Febraban[2], quando, em janeiro de 2004, se tomou R$ 697 milhões; esse número cresceu para R$ 4,45 bilhões em maio de 2007, diminuindo para R$ 3,92 bilhões em Junho de 2007.

De todas as modalidades de crédito, quer para pessoas físicas, quer para pessoas jurídicas, é o crédito consignado a que tem exibido maior taxa de crescimento, 4,3 % ao mês nos últimos 42 meses, ou 65,8% ao ano, em média.

Por quê? Pelo fato de se tratar da modalidade de empréstimo para pessoas físicas a mais barata, em comparação com outras variantes de crédito pessoal. E é mais barata porque é mais garantida para os bancos, em função da consignação em folha de pagamento. Funcionários públicos das três esferas e aposentados constituem o mercado de mais de 14 milhões de pessoas, em uma carteira que já representa 51% de toda a carteira de crédito pessoal e já soma R$ 42,19 bilhões de estoque em 2007. Voltaremos ao tema oportunamente.

Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
 Tel.: (11) 3266.2841; Fax: (11) 3266.2839; efc@efc.com.br; Skype: efc-consultores. Sugestões são bem vindas.
A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.

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