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Semana Finda em 24/julho/2009 EDJUL242009.DOC  Editorial: Como está a locomotiva americana?
Não há dúvida de que os Estados Unidos ainda puxam a economia mundial, embora gradualmente percam espaço para a China; mas ela ainda depende em boa parte dos americanos em seu comércio exterior. Vamos examinar os tópicos principais do gigante:
1) PIB: Recente estatística do Departamento de Comércio dos Estados Unidos mostra que o produto interno bruto declinou 1% em base anual no segundo trimestre de 2009, depois de ter recuado 6,4% no primeiro trimestre de 2009. Os dados de 2008 foram revisados e mostraram que houve um decréscimo de 1,9% nos quatro trimestres de 2008 no PIB americano. A leitura é de que a economia americana tropeçou em 2008 e mergulhou forte no começo de 2009, mas cai menos agora.
2) Consumo: A economia apresentou uma contração pior do que a esperada nos gastos do consumidor no primeiro trimestre de 2009, recuando 6,1% segundo o Departamento de Comércio. Uma pesquisa do
Jornal US Todaymostra que no segundo trimestre de 2009 ocorreu uma queda adicional do consumo em -0,2%, mas a pesquisa feita por esse jornal com 52 economistas prevê uma recuperação no terceiro e quarto trimestres de 2009, com o índice de consumo crescendo respectivamente 1,4% e 1,8%, para prosseguir em 2010 com 2,2% e 2,4% nos dois primeiros trimestres de 2010. O que significaria o fim da recessão americana.
3) Imóveis: Um indicador importante, já que foi foco da crise, é o setor imobiliário americano, mais especificamente o de venda de novas residências. Em 2009 as vendas mensais estão crescendo: 329 mil em janeiro subindo para 384 mil em junho, um aumento de 17%.
4) Desemprego: A mencionada pesquisa do jornal USA Today mostra que o índice de desemprego poderá crescer em 2009: de 9,5% no segundo trimestre para 9,8% no terceiro e 10,0% no quarto trimestre do ano; apenas no segundo trimestre de 2010 a pesquisa indica um começo de redução desse indicador. Ou seja, a crise ainda se estenderá mais.
5) Índice de Preços ao Consumidor: a mesma pesquisa do US Today mostra um recuo dos preços no segundo trimestre de -1,2% em base anual, confirmando a deflação do PIB. A previsão é de que apenas no quarto trimestre de 2009 os preços comecem a retornar.
6) Preço do petróleo: o mundo todo aprendeu nessa crise a olhar esse preço como indicativo do crescimento ou queda da economia mundial. O preço do barril do petróleo tipo Brent chegou a US$ 145 em junho de 2008, para despencar até US$ 39 em janeiro de 2009; agora, agosto de 2009, já retomou a subida, estando a US$ 70 o barril.
A conclusão geral dos números é de que a locomotiva americana começa a recuperar seu fôlego, primeiro desacelerando a queda, para em seguida inverte-la. Melhor para o Brasil!
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O BNDES TEM MUITAS MODALIDADES PARA ATENDER SUA EMPRESA, POR EXEMPLO:
· FINANCIAMENTO DE EXPANSÃO INDUSTRIAL E COMERCIAL, ATRAVÉS DO PROGRAMA “FINEM”
· FINANCIAMENTO DE NOVOS PROJETOS DE TECNOLOGIA VIA PROGRAMA DE “INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS”
· NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO ATRAVÉS DO PROGRAMA “PEC”
O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!
NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009
O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros.
Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização.
A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico.
O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.
ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!
VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf
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TEL. (11) 3266-2841
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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.
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