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Editorial: Bancos Estaduais: quais restam?
Nos anos 80 o Brasil tinha cerca de 35 bancos públicos estaduais, ai incluídas as caixas econômicas, ou seja, instituições financeiras controladas pelos respectivos estados brasileiros. Muitas delas exibiam uma situação calamitosa, com freqüentes prejuízos e até patrimônio contábil negativo. Suas direções eram quase sempre políticas, com um quadro de pessoal inchado.
Com o Plano Real, iniciado em 1994, praticamente desapareceu o ganho inflacionário, que gerava uma receita a partir dos depósitos à vista, não remunerados. Era esse ganho, chamado de “float”, que ajudava essas instituições a se manterem à tona, mal e mal. Acabado esse ganho, a situação piorou muito, e o Governo, através do Banco Central, teve que intervir.
Aos bancos estaduais foram colocadas quatro alternativas: fechar, se capitalizar com recursos dos seus Estados, se transformarem em entidades de fomento, não financeiras, ou serem vendidos. O quadro1 abaixo mostra a situação atual, passados quinze anos dessas ações de saneamento:

O quadro 2 mostra os preços praticados nos leilões:

PRECISANDO DE CAPITAL DE GIRO?
O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!
NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009
O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros.
Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização.
A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico.
O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.
ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!
VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf
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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.
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