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Editoriais 02/10/2009

    

EFC - Especialistas profissionais em Planejamento Estratégico, Reengenharia, Reestruturação Empresarial e
Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.
Semana Finda em 02/outubro/2009     EDOUT022009.DOC Abrir/Imprimir em Word
 
Editorial:  A questão das fusões dos grandes bancos no Brasil

A EFC tem sido freqüentemente consultada por analistas do exterior sobre questões bancárias brasileiras. Recentemente recebemos uma solicitação para determinar quais seriam as economias decorrentes de fusões dos grandes bancos no Brasil como, por exemplo, as do Santander com o ABN AMRO e a do Itaú com o Unibanco.

Para responder essa pergunta, fizemos uma simulação, mostrada no quadro abaixo, com os dados das demonstrações dos resultados dos quatro bancos mencionados acima. O estudo é muito simples e evidentemente serve apenas para mostrar o tamanho potencial das economias decorrentes dessas fusões ou aquisições.

O raciocínio adotado foi o seguinte: grande parte das despesas operacionais de um grande banco se concentra em dois itens: despesas de pessoal e despesas administrativas. Nós usamos os dados de 2007, ano em que esses quatro bancos não estavam ainda juntos entre si e retiramos 20% das despesas de pessoal e despesas administrativas. Uma redução de 20% é perfeitamente possível em um horizonte de dois a três anos, tempo em que as fusões (ou aquisições) se resolvem em qualquer país do mundo. Os resultados são surpreendentes: um aumento no resultado operacional que ficou em 41% para a soma Santander - ABN e em 23% para a soma Itaú - Unibanco.

O caminho para a reestruturação bancária, em busca de maior eficiência empresarial é uma tendência mundial, um caminho sem volta. Evidentemente, os problemas de um grande complexo empresarial soma de dois outros também grandes são enormes: as culturas são diversas, muita gente perde o emprego, os problemas de sistemas e informática chegam a enlouquecer seus diretores.

Resta saber se parte dos ganhos adicionais voltariam para o público, através de tarifas menores e taxas de juro mais civilizadas. Ou se, pelo contrário, tais junções apenas aumentarão a concentração bancária no Brasil, sem benefícios para os clientes.

PRECISANDO DE PROJETOS BNDES ?

O BNDES TEM MUITAS MODALIDADES PARA ATENDER SUA EMPRESA, POR EXEMPLO:

 ·        FINANCIAMENTO DE EXPANSÃO INDUSTRIAL  E COMERCIAL, ATRAVÉS DO PROGRAMA “FINEM”

 ·        FINANCIAMENTO DE NOVOS PROJETOS DE TECNOLOGIA VIA PROGRAMA DE “INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS”

 ·        NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO ATRAVÉS DO PROGRAMA “PEC”

O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!

NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES  MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009

O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros. 

Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização. 

A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico. 

O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.

 ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!

VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf

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Este informativo é editado por responsabilidade de Carlos Daniel Coradi, Presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.
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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.