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Editoriais 10/04/2009

 
EFC - Especialistas profissionais em Planejamento Estratégico, Reengenharia, Reestruturação Empresarial e Consultoria para Instituições Financeiras e Industriais.

Semana Finda em 10/abril/2009     EDABR102009.DOC Abrir/Imprimir em Word

Editorial:  O Índice Bovespa nos Governos Lula I e Lula II

O Gráfico abaixo mostra a evolução do Índice Bovespa nos fechamentos de cada mês desde janeiro de 2003, quando se iniciou o Governo do primeiro mandato do Presidente Luis Inácio Lula da Silva, em Janeiro de 2003, até o último dia de março de 2009, já no segundo mandato de Lula, iniciado em Janeiro de 2007.

A fase da subida meteórica de nossa Bolsa durou seis anos e cinco meses, terminando em maio de 2008; o Índice Bovespa, que mede o preço ponderado das ações mais negociadas no Brasil.

O índice saiu de humildes 10.941 pontos no primeiro mês de Lula I, janeiro de 2003 e terminou em 44.473 pontos ao término do seu primeiro mandato, ganhando 33.535 pontos ou um acréscimo de 207% em 48 meses, em uma estonteante média de 32% ao ano.

No segundo mandato de Lula a Bolsa prosseguiu com a subida forte, mas desta vez, o pico ocorreu bem antes do término, em maio de 2008, aos 72.592 pontos. Dezessete meses depois do início de Lula II. Um acréscimo de 41% ao ano.

A crise mundial se abateu também sobre o Brasil e, portanto atingiu o preço de nossas ações. O índice Bovespa despencou, em seus fechamentos mensais, de 72.592 pontos ao fim de maio de 2008 para 36.595 em fins de novembro de 2008. Mas em uma base diária, esse indicador esteve em 31.250 pontos em 21 de outubro de 2008. Contudo, como o Ibovespa é instantâneo, em um certo momento desses dias, seu mínimo absoluto foi de 29.435 pontos, ou seja, seis mil pontos abaixo do fechamento de novembro de 2008. A forte recuperação que se seguiu era um indicativo claro de que a bolsa não voltaria a cair e que estávamos diante de um ponto de compra excepcional. As cassandras apregoavam, então, a repetição da catástrofe, que não veio e não virá. Doravante a subida será lenta e cheia de volatilidade, mas é certa .

PRECISANDO DE CAPITAL DE GIRO?

O BNDES ACABA MELHORAR O PROGRAMA PARA ATENDER AS NECESSIDADES DE CAPITAL DE GIRO!

NO PROGRAMA ESPECIAL DE CRÉDITO (PEC), HOUVE AUMENTO DO PRAZO TOTAL DE 24 PARA 36 MESES. O TOMADOR PASSA A TER PERÍODO DE CARÊNCIA DE 12 MESES, E MAIS 24 MESES ADICIONAIS PARA AMORTIZAÇÃO. 20/02/2009

BNDES  MELHORA CONDIÇÕES DE PROGRAMA DE CAPITAL DE GIRO – 29/01/2009

O BNDES ampliou os prazos de pagamento e amortização do Programa Especial de Crédito (PEC), que disponibiliza capital de giro para empresas, e as cooperativas agropecuárias também tiveram seu acesso a giro ampliado. O Banco também promoveu uma melhora expressiva nas condições oferecidas aos clientes do Cartão BNDES, com ampliação de prazos, limite e redução de juros. 

Capital de giro - No Programa Especial de Crédito, houve aumento do prazo total de 24 para 36 meses. O tomador passa a ter período de carência de 12 meses, e mais 24 meses adicionais para amortização. Originalmente, as empresas que solicitassem os recursos do PEC tinham 5 meses de carência e no máximo 8 meses para amortização. 

A vigência também foi prorrogada para 31 de dezembro de 2009. Na versão anterior, o programa, que tem dotação orçamentária de R$ 6 bilhões, vigoraria até 30 de junho. A linha de crédito tem valor máximo de R$ 50 milhões por empresa beneficiária, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta (ROB) do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% é considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico. 

O objetivo do programa é promover a competitividade das empresas brasileiras, em especial as micro, pequenas e médias, suprindo a escassez de crédito no mercado.

 ATENÇÃO: O BNDES ACABA DE AUMENTAR O PRAZO PARA 36 MESES, INCLUINDO 12 MESES DE CARÊNCIA!

VEJA DETALHES EM http://www.bndes.gov.br/produtos/download/Circ016_09.pdf

 

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A responsabilidade pelos comentários econômicos do "Opinião" é do Economista Mário Sérgio Cardim Neto.

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